Eu
Jackie
leonina, paulistana,
no Brasil
prá sempre...

Felicidade:
Brasil,
poesia, pamonha,
churros, sushi,
caldo de cana,
comprar roupas,
sessão de cinema
sábado à tarde,
meu pai e seu violão,
Museu do Ipiranga,
São João sexta à noite,
internet, caminhadas,
música.

Sonho:
visão perfeita,
nossas escovas de dente,
violão, trabalho.

Pesadelo:
alergia, imprevistos,
montanha-russa,
intolerância.

Amigos

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Sexta-feira, Outubro 16, 2009

"... os velhos olhos vermelhos voltaram
Dessa vez com o mundo nas costas
E a cidade nos pés
Pra que sofrer se nada é pra sempre?
Pra que correr, se nunca me vejo de frente?
Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez..."(capital)




(... to sem inspiração mesmo... a musiquinha aí em cima serve...)






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Segunda-feira, Outubro 05, 2009

O amor não nasceu pra mim
Quando o queria, não tinha
Quando podia, ele não era
Quando o tinha, não podia...


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Terça-feira, Agosto 18, 2009




O que são todas as discussões desses dias? E que grande estrago pode fazer um pedaço de papel! Que outro estúpido estrago faz também a intolerância alheia - talvez não tão alheia quando provém dos seus.
Quanto mais presto atenção, mais me decepciona a hipocrisia involuntária, fruto da ignorância, do pré-julgamento, da desinformação, da ausência de empatia. "É diferente de mim? Então não presta..." (Como se "mim" fizesse tudo do jeito certo o tempo todo... Como se o mundo fosse um lugar onde só os "certos" reinassem...). Isso aqui não é como uma dor de cabeça, um câncer, uma doença. Nem funciona como vício ou dependência física. Isso é sentimento, nada além. E quem pode com o sentimento? Quem segura o frio no estômago quando "aquilo" se aproxima? Dia desses li numa dessas revistas científicas que a lua se distancia da terra três centímetros a cada ano. Pode chegar um dia em que nosso satélite natural vai estar tão distante que teremos dias intermináveis e o sol superaquecerá nosso planeta inviabilizando a nossa existência. Daí eu penso: "... apesar disso, as pessoas continuam perdendo tempo com bobagens...". Já que tudo isso vai fritar um dia, quero ser feliz agora. Simples assim. Cada um tem a sua receita. E eu não pretendo usar os ingredientes de ninguém.



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Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009

É... eu estava de férias. Acabam depois de amanhã. Eu bem que podia ter escrito algo aqui, mas acho que deu preguiça, ou sei lá. Talvez essa coisa de "bloggar" seja meio cíclica pra mim. Tem épocas que eu quero, tem épocas que não. Voltar ao trabalho às vezes não é uma experiência das mais prazerosas, dependendo do que nos espera... (rs)... Sei lá o que me espera... Tomara que nada tenha mudado tanto.


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Terça-feira, Outubro 21, 2008

... greve... greve... greve...


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Terça-feira, Julho 01, 2008

Às vezes quando leio o que escrevi, não me reconheço. "Aquele pedaço de linha pertencia àquele dia. Hoje já não me cabe mais". O ser humano é um terreno fértil pra semente da inconstância. E a inconstância habita em mim feito uma árvore frondosa. Aparo uns galhos aqui, colho uns frutos ali... E assim vou vivendo. Percebendo que felicidade não é prá todo dia. Mas tristeza também não...


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Sexta-feira, Março 28, 2008

... a vida tá tão corrida...



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Quinta-feira, Dezembro 06, 2007



Faz tanto tempo que eu não páro pra escrever... Nem prá você, nem prá ninguém. Será que eu consigo passar de poucas linhas, amor?
Hoje tá doendo até dizer o teu nome.
Tá doendo lembrar do teu beijo, do teu cabelo desarrumado, do teu olhar fixo em mim, da tua voz no meu ouvido.
Tá doendo respirar, dormir, pensar, chorar. Tudo o que eu fizer vai doer.

Depois que eu te conheci acho que desaprendi a ser só eu.
Eu não sou mais só "eu". Sou "eu" e sou também o "seu amor". Esse amor que tanta gente procura e acaba "dando com a cara na porta, batendo com a cabeça na parede". Esse amor que "precisa" fazer bem, "precisa" alimentar e ser alimentado, "precisa" de cuidado, "precisa" de tempo. Sem isso tudo o amor vira agonia. Fica irritado, impaciente, caprichoso, insolente.

Hoje o meu sentimento tá tão aflito que nem dá pra explicar. Teu suposto desânimo bateu "em cheio" na minha saudade. Tenho passado esses dias esperando que você esprema essa sua vida pra encontrar uma brecha onde eu possa me enfiar. Eu e o "teu amor". Não seria perfeito, mas bastaria pra mim, por enquanto. Só que tem o seu "desânimo". Você quer uma vida com "café da manhã na cama", "passeio no parque", "almoço em família" e "flores no portão". Isso eu não posso te dar. Sabe o que eu acho? Nem você pode "se dar" a isso... Mas quem sou eu pra falar? Ah... Lembrei... Eu sou o motivo do seu desânimo. Eu e os quinhentos problemas que vêm comigo.

Precisa ser um amor muito grande pra resistir, né? Ou precisa ser muito grande quem sente esse amor. Eu sou grande. Eu sou GIGANTE. Eu sou maior do que você. Já disse uma vez e repito: sou capaz de passar anos dormindo abraçada a um travesseiro se isso me garantir o prazer da tua "limitada" companhia. Só que a tua companhia não tem sido limitada. Tem sido quase impossível. E não é porque eu ganhei um "vizinho novo", ou porque "X e Y" falaram alguma coisa, ou porque "vieram cortar a tua árvore" ou porque "alguém menstruou". É por causa do desânimo. Ou porque a distância é muito longa. Dá trabalho chegar até aqui pra ir comigo a algum lugar. Eu disse esses dias que tá tudo desandado e você discordou. Eu disse meio que "da boca prá fora" porque passou logo. É só você acenar... que passa. Mas agora eu começo a acreditar.

Apesar de não ter decidido muita coisa, eu tento ocupar o máximo de tempo que puder contigo. Porque você tem sido, sim, uma razão forte pra eu continuar lutando. Tudo ainda é muito novo prá mim. Você cresceu na certeza de quem era e do seu sentimento. Eu to descobrindo quem eu sou de verdade agora, aos trinta e cinco. Tem um furacão passando na minha vida. Cada dia é uma luta e uma vitória. Cada beijo dos meus filhos, cada telefonema seu, é uma injeção de ânimo. Eu tenho por quem lutar. Se um dia sobrar só eu e a minha "vidinha", pode mandar me enterrar. Ou melhor, a solidão se encarrega disso. Ela já me enterrou uma vez.

Se você decidir que não quer mais... Paciência... Vai ser um "tiro"... mas paciência. Talvez eu até faça um "drama" como você costuma chamar. Isso aqui tudo já é um drama mesmo.

Agora, se você decidir que quer continuar, terei enorme prazer em ficar contigo, te "amarrar com as minhas pernas" e te amar até a gente não conseguir mais levantar da cama.
Enfim, se você quiser prometer qualquer coisa, promete com o teu coração e não só com a tua boca. O teu coração não vai falhar comigo... Ele me ama.

Beijo.




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Quinta-feira, Setembro 20, 2007

...Se há alguém no ar
Responda se eu chamar
Alguém gritou meu nome
Ou eu quis escutar?...
(Ana Carolina)

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Terça-feira, Junho 12, 2007

... ando sem tempo pra voltar aqui... Deve ser mais uma das minhas fases de ausência.



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Sábado, Março 17, 2007



"...Eu vinha sem retrovisor
Um rosto estranho me chamou
E a minha pele não me coube mais
A sorte veio e me encontrou
Na corda bamba do amor
Meus dias nunca mais serão iguais..."

(Vander Lee - Pensei que fosse céu)


... "e a minha pele não me coube mais". É bem isso o que eu tentei expressar e não consegui. Ele (o Vander) falou por mim. A minha pele não me cabe mais...


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Sábado, Janeiro 13, 2007



Todas as manhãs, quando acordo, antes mesmo de agradecer a Ele por me permitir abrir os olhos outra vez, é em você que penso. E quando o café da manhã sacia minha fome, imagino que, certamente, você ainda esteja dormindo sob a mesma proteção. E quando saio pro trabalho, numa jornada longa, mas que não me intimida (por ser, eu, dessas pessoas que acordam sempre de bom humor) você me acompanha em pensamento. E durante todo o dia, os meus sonhos, os meus carinhos, as minhas vontades e os meus sentimentos não conhecem outra direção, senão aquela onde você esteja. Mesmo distante, tento te manter tão presente quanto seria necessário. Sim, porque a sua presença é, de fato, "necessária". Não me vejo acordando amanhã e atravessando 24 horas seguidas sem ouvir a sua voz ou sem ler um recado seu ou sem sentir o seu afeto. Se eu seria capaz de ser sua amiga? Eu acho que essa amizade já existe. Resta saber se ela consegue sobreviver por si só, sem depender do elo que surgiu entre a gente. Digo "elo" mas não o reconheço assim como um laço já definido. Não sou capaz de prever o que será feito do amanhã. No entanto, respeito demais o meu sentimento pra afirmar que tudo seja apenas "um sonho". Tento viver o dia de hoje da melhor forma possível porque é com ele que prestarei contas à minha existência quando a idade pesar. E sou capaz de passar os próximos anos dormindo abraçada a um travesseiro se isso me garantir o prazer da sua (limitada...)companhia. Como eu já disse uma vez, prefiro viver o lado intenso, ansioso, solícito e até atordoado desse inesperado amor a sofrer (novamente) do mal do tédio sentimental. Ao menos eu vivo...


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Quinta-feira, Dezembro 14, 2006



O que eu sei não é suficiente pra entender a minha condição. Eu só tenho a opção de confiar no que eu ouço. E quando eu não ouço nada, suponho que esteja tudo bem. Daí se eu não sei de nada é porque eu nunca perguntei(...) Só que as perguntas também são limitadas. O "santo" da redoma não pode correr riscos. Precisa ser respeitado. Talvez eu não seja tão confiável assim pra saber tudo. É como se os meus pensamentos a respeito de "tudo", caso eu soubesse, fossem atingir de alguma forma o "X" da questão. E eu fico de fora, mesmo me sentindo dentro da história.
Ah! Só que hoje, finalmente, fiz uma pergunta pertinente. Eu nunca havia perguntado antes... Não da maneira correta, com as palavras dispostas na ordem desejável. A resposta veio feito uma rasteira. E pela primeira vez eu entendi o que nunca me foi dito. A minha visão ultrapassou a distância de um palmo à frente do meu nariz.
Por tudo, parece que os meus sonhos diminuiram de tamanho. Pode ser que daqui em diante o sonho de hoje seja menor que o de ontem e maior que o de amanhã, e assim suceda... até não sobrar nada. Até o sonho virar um grão de poeira assentado na memória. Isso leva tempo. Diferente de "sofrer um ou dois dias e depois esquecer".
Hoje o meu coração tá tentando passar pela garganta. Talvez eu engula... Talvez eu cuspa pra fora... O tempo é quem manda. Engraçado como o mesmo "tempo" que não quer dizer nada frente ao amor, torna-se imprescindível para o esquecimento.
Agora eu quero dormir. Desligar um pouco. Foi informação demais pra um dia só.
Finalizando, aceitem um conselho: façam suas perguntas antes que seja tarde.


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Sábado, Dezembro 02, 2006



"Grande"

É grande o que eu sinto
É grande isso que exala de dentro de mim
Procurando sempre a tua direção
Meu desejo é grande como o seu corpo
Minha ansiedade é grande como a sua mão
A minha boca tem o tamanho do seu beijo, ou seja, grande também
Assim como é grande a minha angústia se você não vêm
Tuas coxas são grandes como a minha vontade de estar ao seu lado
Complicado?... Não.

Meus sonhos são grandes como a tua voz
Meus pensamentos são grandes como a tua intuição
Quer saber? Acho até que eu cresci...
Sinceramente, há uns três meses, eu não paro de crescer
Sou uma "criança" em fase infinita de desenvolvimento
E a tua existência é o meu alimento

Tenho a sede gigante do deserto
E o apetite voraz do leão
Minha saudade pesa mais de setenta quilos
E, no peito, trago um metro e setenta e seis de coração.



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Terça-feira, Novembro 28, 2006

... O "tum" do telefone me assalta o cochilo e o coração dispára,
Mas se esse "tum" se cala, o sono então me falha e o pobre coração pára...

Esse é o meu coração ou será uma extensão do telefone?


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